Existem pessoas que vivem anos conosco
e nada acrescentam em nossas vidas,
outras ao contrário,
surgem em nosso caminho
e sem que se espere gravam
seus nomes
para sempre em nossa vida!!!
" DE JOELHOS NINGUÉM TROPEÇA."
...AMOR NÃO É TEORIA, É PRATICA...
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Os Atributos de Deus
Deus não pode ser definido por uma palavra ou por uma frase. Portanto, é necessário que tentemos, mesmo que de forma limitada, descrever as “qualidades de Deus”, ou seus “atributos”.
Essa descrição é limitada, pois Deus é incompreensível a nós. Por isso, o descrevemos com base apenas no que ele nos revelou a seu respeito. Tais descrições apontam igualmente para o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
CATEGORIAS DOS ATRIBUTOS DIVINOS
A) Atributos naturais e morais
De modo apenas didático, os atributos naturais de Deus envolvem sua essência (ex.: eternidade, imutabilidade) e os atributos morais, sua vontade (ex.: santidade, justiça).
B) Atributos incomunicáveis e comunicáveis
Os atributos incomunicáveis são aqueles exclusivos de Deus, como a eternidade e a onipotência. Apenas ele tem essas qualidades e elas não foram transmitidas (comunicadas) a nenhum ser criado. Deus não compartilhou tais atributos com o homem. Os atributos comunicáveis, por sua vez, foram impressos na humanidade na criação: são a inteligência, a vontade e a moralidade, entre outros.
LISTA DOS ATRIBUTOS DE DEUS
A) AMOR
O amor envolve afeição, mas também envolve atitude de entrega, cuidado e correção. O amor busca o bem do ser amado e paga o preço pela promoção desse bem.
A Bíblia declara que “Deus é amor” (1Jo 4.8). Em relação ao homem, esse amor se revela no fato de Deus se permitir amar os pecadores. Isso é graça (Ef 2.4-8). O amor foi derramado no coração do cristão (Rm 5.5) e quando Deus corrige, demonstra amor pelos seus filhos (Hb 12.6,7).
Algumas características ligadas intimamente ao amor, até mesmo fazendo parte dele, são: bondade, misericórdia, longanimidade e graça.
· A bondade divina pode ser definida como a preocupação benevolente com suas criaturas (At 14.17).
· A misericórdia é o aspecto da bondade que faz Deus demonstrar piedade e compaixão (Ef 2.4,5).
· A longanimidade fala sobre o controle diante das provocações (1Pe 3.20).
· Graça é o favor imerecido de Deus demonstrado primariamente pela pessoa e obra de Jesus Cristo (2Tm 1.9).
O fato de Deus ser amor não é base para o “universalismo”, ou seja, que, no final, ele acabará salvando todas as pessoas. O amor não anula outros atributos de Deus como santidade e justiça. Tal heresia é totalmente contraditória ao ensino bíblico (Mc 9.45-48).
B) ETERNIDADE
O atributo da eternidade significa que Deus não tem começo nem fim. Sua existência é eterna, tanto no passado como no futuro, sem interrupções ou limitações causadas por uma sucessão de eventos.
A autoexistência de Deus está intimamente ligada com sua eternidade, pois, por não ter começo, ele não foi criado por outro, existindo por si só.
A Bíblia fala da eternidade de Deus (Sl 90.2; Gn 21.33).
Uma das implicações da eternidade de Deus é que ela nos dá muito conforto, visto que ele nunca deixará de existir e que seu controle sustentador e providencial de todas as coisas e eventos está assegurado.
C) IMUTABILIDADE
Significa que Deus não muda. Não quer dizer que ele esteja imóvel ou inativo, mas que não se altera, cresce ou se desenvolve.
A Bíblia ensina sobre a imutabilidade de Deus (Ml 3.6; Tg 1.17).
Um problema levantado dentro desse assunto é: “Deus se arrepende?” (Gn 6.6). Na verdade, tal linguagem não corresponde ao que, como homens, vivenciamos no arrependimento. Tanto a imutabilidade como a sabedoria e onisciência de Deus tornam vazias as ideias de que ele muda seus planos eternos ou que se arrepende de algo que fez. Nesse caso, o arrependimento é mais uma linguagem antropomórfica (ver Gn 6.6 no que fala do “coração” de Deus).
Há também o problema de vermos Deus tratando fatos iguais de maneiras diferentes durante a história. Isso também não quer dizer que Deus mude, mas que ele executa seu plano para com o homem durante a história conforme seus eternos propósitos.
A imutabilidade de Deus também nos conforta e encoraja, pois sabemos que suas promessas não falharão (Ml 3.16; 2Tm 2.13). Deus também mantém sempre a mesma atitude contra o pecado.
D) INFINITUDE
Significa que Deus não tem limites ou limitações. Não é limitado nem pelo tempo, nem pelo espaço.
As Escrituras descrevem essa qualidade divina (1Rs 8.27; At 17.24-28).
Infinitude não é o mesmo que onipresença. A infinitude aponta mais para a transcendência de Deus (já que não está limitado pelo espaço) e a onisciência aponta para a imanência de Deus (já que está presente em todos os lugares).
E) JUSTIÇA
A justiça está ligada à lei, à moralidade e à retidão. Deus é reto em relação a si mesmo e em relação à criação.
A Bíblia muito enaltece a justiça de Deus (Sl 11.7; 19.9; Dn 9.7; At 17.31).
F) LIBERDADE
Deus independe das suas criaturas e da sua criação. Não há qualquer criatura que impeça Deus ou que o obrigue a algo.
Isaías expõe a liberdade e a independência de Deus com uma pergunta retórica (Is 40.13,14). Jesus mostrou que Deus exerce sua liberdade ao executar livremente sua vontade (Mt 11.26).
Isso significa que Deus é livre para tudo? Na verdade, ele é limitado apenas pela sua própria natureza. Assim, a santidade dele o impede de pecar e a eternidade dele o impede de morrer. A perfeição de Deus não é afetada por esse tipo de limitação e sim mantida.
A liberdade de Deus nos mostra que ele não tem quaisquer obrigações para conosco a menos que ele mesmo queira se comprometer. Desse modo, não temos qualquer direito de fazer cobranças a Deus.
G) ONIPOTÊNCIA
Deus pode fazer qualquer coisa compatível com sua própria natureza. Mesmo podendo tudo, o que ele escolhe fazer ou não tem motivos que só ele conhece.
A Bíblia está repleta de textos que falam sobre a onipotência de Deus (Gn 17.1; Ex 6.3; 2Co 6.18; Ap 1.8).
A onipotência de Deus tem limites? Sim, em tem áreas:
· Limitações naturais (Tt 1.2; Tg 1.13, 2Tm 2.13).
· Limitações autoimpostas (Gn 9.11; At 12.2).
· Limitações por definição (ex.: 2+2=6 ou um triângulo de 4 pontas).
Essas limitações não tornam Deus imperfeito. Sua perfeição tem a coerência como fator integrante. A perfeição de Deus não permite que ele se torne imperfeito no uso da sua onipotência. O mais importante é que Deus não pode fazer coisas erradas.
Em relação ao cristão, o poder de Deus é principalmente relevante quanto ao Evangelho (Rm 1.16), à segurança (1Pe 1.5) e à ressurreição (1Co 6.14).
H) ONIPRESENÇA
Significa que Deus está presente em todos os lugares.
O texto clássico sobre a onipresença de Deus é (Sl 139.7-10).
Onipresença não é o mesmo que “panteísmo”, que iguala o universo a Deus. Há distinção entre Deus e a criação, apesar de a sua presença estar em toda parte. Ele não se torna difuso ou transposto pelo universo.
Aprendemos com a onipresença que ninguém pode fugir de Deus e que ele está presente em todas as circunstâncias da nossa vida.
I) ONISCIÊNCIA
Deus sabe todas as coisas de modo pleno sem esforço algum. Não há coisas ou assuntos que ele não conheça melhor que outros. Ele conhece tudo igualmente bem. Deus nunca tem dúvidas, nem busca respostas (a não ser quando, de modo didático, inquire os homens para o próprio bem deles).
As Escrituras enaltecem o conhecimento ilimitado de Deus (Sl 139.16; 147.4).
O fato de sabermos sobre a onisciência de Deus deve nos trazer segurança, conforto e sobriedade (Hb 4.13).
J) SANTIDADE
Significa que Deus é separado de tudo que é indigno ou impuro e que, ao mesmo tempo, é completamente puro e distinto de todos os outros.
A santidade foi muito enfatizada por Deus no tempo do AT (Lv 11.44; Is 40.25; Hc 1.12). No NT, a santidade é uma qualidade marcante de Deus (Jo 17.11; 1Pe 1.15,16; Ap 4.8).
A santidade de Deus torna necessário o afastamento entre ele e os pecadores — a menos que estes sejam feitos santos por intermédio dos méritos de Cristo.
A santidade divina deve fazer o cristão ser sensível ao seu pecado (Is 6.3,5; Lc 5.8). A santidade dele o torna padrão para nossa vida e conduta (1Jo 1.7).
L) SIMPLICIDADE
Significa que Deus não é um ser composto nem tem partes distintas. Está relacionada à essência de Deus e não é contrária à doutrina da Trindade. Apesar de ser triúno, Deus não é composto de muitas partes ou substâncias.
Um aspecto da simplicidade de Deus é “Deus é espírito” (Jo 4.24). Em contraste, os seres humanos são tanto espírito como matéria. Na encarnação, Jesus se tornou carne, mas o Deus-homem sempre foi espírito.
Isso nos garante que Deus sempre será Espírito e nos capacita a adorá-lo em espírito, isto é, não de maneiras materiais.
M) SOBERANIA
Significa, em primeiro lugar, que Deus é o ser supremo do universo e, em segundo lugar, que ele é o poder supremo do universo.
Deus exerce o poder total sobre todas as coisas, mesmo que possa escolher deixar que tudo aconteça seguindo leis naturais que ele mesmo estabeleceu.
A Bíblia revela que Deus tem um plano abrangente (Ef 1.11), que tudo está sob o controle dele (Sl 135.6), mesmo o mal, ainda que o Senhor não se envolva com ele (Pv 16.4) e que seu principal objetivo é o louvor da sua glória (Ef 1.14). Alguns problemas levantados são:
· A soberania de Deus anula a responsabilidade do homem?
· Por que a soberania de Deus permite a existência do mal?
Aos nossos olhos, essas questões são contradições, mas essa visão é apenas aparente. De modo misterioso a nós, a soberania de Deus não anula a responsabilidade do homem e vice-versa (Fl 2.12,13). Quanto ao pecado, um dia Deus irá puni-lo. Mas, por agora, de algum modo, faz parte do plano de Deus (caso contrário, não seria soberano), sendo que o Senhor não o criou (caso contrário, não seria santo) (Rm 9.21-23).
N) UNIDADE
Significa que só existe um Deus e que ele é indivisível.
Essa qualidade foi especialmente enfatizada no AT (Dt 6.4). O NT, mesmo trazendo uma clara revelação da Trindade, afirma a unidade de Deus (Ef 4.6; 1Co 8.6; 1Tm 2.5).
Isso quer dizer que as pessoas da Trindade não são essências separadas.
H) VERDADE
Quer dizer que Deus é coerente consigo mesmo, que ele é tudo que deveria ser, que ele se revelou como realmente é e que sua revelação é totalmente confiável.
Deus é o único Deus verdadeiro (Jo 17.3), portanto, não pode mentir (Tt 1.2) e é sempre confiável. Deus não pode fazer nada que contradiga sua própria natureza e não é possível que quebre sua palavra ou que não cumpra suas promessas (2Tm 2.13).
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas
Aceitar as pessoas como elas são
não nos obriga a conviver com elas
É preciso tolerar e aceitar as
pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar
cordialmente de quem não nos agrada.
A tolerância é uma necessidade
urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito
pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da
exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se
aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é
preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o
direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
Podemos entender que o outro tem a
própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens
podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades
alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e
não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não
nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não
temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.
Devemos saber discordar sem ofender,
sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância
burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não
enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja
exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos
ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão
o direito de viver o que bem quiserem.
Por força maior, como o emprego ou a
família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de
pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com
as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos
momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história
de vida, de luta e de amor.
Da
mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das
pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas.
Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o
mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados
a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente
que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.
http://www.contioutra.com/aceitar-as-pessoas-como-elas-sao-nao-nos-obriga-conviver-com-elas/
Aceitar as pessoas como elas são
não nos obriga a conviver com elas
É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
sábado, 28 de janeiro de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
domingo, 8 de janeiro de 2017
Isaías 43:13
Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?
Isaías 43:13sábado, 7 de janeiro de 2017
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
Qual o significado do Casamento?
Portanto deixará ( Transição ) o homem
( Maturidade ) a seu
pai e a sua mãe ( Modelo de uma Família completa )
e se unirá ( Nova família ) à sua mulher, ( Complemento ) e serão
( É um processo de aprendizagem , amizade e confiança ) uma
só carne ( Intimidade
profunda entre duas pessoas )
Gênesis 2:24
ORANDO JUNTOS
ORANDO JUNTOS
A Bíblia fala muitas vezes sobre a necessidade da oração. Foi o próprio
Senhor Jesus quem ensinou sobre o dever de orar sempre. “E contou-lhes também
um parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer.” (Lucas 18.1)
1 – POR QUE DEVEMOS ORAR JUNTOS?
“Também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de
qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feiro por meu Pai, que está nos
céus.” (Mateus 18.19)
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu
no meio deles.” (Mateus 18.20)
1.1 – PROPORCIONA SEGURANÇA NO CASAMENTO
Para todos nós, segurança é um pré-requisito essencial, não uma emoção
facultativa. Mas como podemos proporcionar segurança para nosso casamento?
Devemos dizer que há, pelo menos, uma coisa que todo casal precisa fazer
diariamente para manter seu relacionamento seguro: orar juntos. Essa é a
dimensão transcendente do casamento. Existem muitos meios importantes para
produzir segurança no casamento, mas esse tem um benefício amplo. Não apenas
constrói efeitos positivos no relacionamento, mas também ajuda a afastar
grandes dores da vida e nos ensina a lidar com as imperfeições presentes na
natureza humana.
1.2 – AUMENTA A INTIMIDADE DO CASAL
O casamento é pluri-dimensional, mas, sem dúvida, a dimensão espiritual é
a mais importante. Creio que só existe segurança para o relacionamento conjugal
quando o casal ora. Quando os cônjuges oram, abre-se um mundo de transformações
diante deles, as reações mudam, o temperamento muda, os sentimentos mudam. Só
há uma coisa que eu nunca vi a oração mudar: a beleza física. Mesmo assim, a
oração muda os olhos de quem a vê. Porque quem ora, enxerga mais.
O segredo da verdadeira segurança conjugal é tornar Deus o centro do
casamento por meio da oração. Podemos mudar a história da nossa vida conjugal
conversando com Deus, pois a oração é uma força capaz de restaurar a
afetividade em nossos corações, fazendo com que estendamos os braços para
abraçar, abramos os lábios para dizer “eu te amo” e melhoremos a expressão do
nosso rosto para transmitir amor e perdão.
1.3 – NÃO DEIXA O CÔNJUGE SOFRER SOZINHO
O dia-a-dia, o estresse, as preocupações e as ansiedades trazem ao
cotidiano conjugal uma aridez, um desencantamento e, às vezes, certo desânimo.
Sem oração é difícil suportar qualquer relacionamento. A oração torna a
vida a dois uma união estável, gera maior espiritualidade propiciando no lar um
ambiente caracterizado pela ternura e compreensão, ajuda o casal a expressar da
melhor maneira possível o que sente. A presença da oração faz da vida conjugal
algo mais dinâmico, suave e prazeroso. A oração é como um tempero no casamento.
É como um molho que dá mais sabor ao prato conjugal. Quando a dimensão
transcendente do casamento não é satisfeita, duas sensações nos incomodam: 1)
sensação de vazio: passamos a viver com uma impressão persistente de que nos
falta algo importante, 2) sensação de desânimo: essa sensação gera reações de
cobrança, frustração e dúvida.
2 – COMO ORAR JUNTOS
2.1 – Deixe seu cônjuge bastante à vontade. A timidez e a vergonha de
orar em voz alta pode ser um empecilho, mas aproveitem para quebrar essa
barreira no relacionamento íntimo.
2.2 – Não faça julgamento da oração do seu cônjuge. Nunca orem como se
estivessem “passando um sermão” no cônjuge ou enumerando para Deus todos os
defeitos do outro.
2.3 – Escolham o melhor horário para orarem juntos. Não ponham fim aos
seus minutos de oração diários, individualmente. Neles sim é possível orar para
Deus mudar o outro… ou mudar a nós mesmos!
3 – MOTIVOS PRINCIPAIS PARA A ORAÇÃO DO CASAL
3.1 – Gratidão a Deus por aquilo que Ele tem feito.
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam
em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças.”
(Filipenses 4.6)
3.2 – Louvar a Deus pelo que Ele é.
“Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios com hinos;
louvai-o, e bendizei o seu nome.” (Salmo 100.4)
3.3 – Apresentar as necessidades e desejos, nossos e dos nossos filhos e
outros…
4 – PRIVILÉGIO DE ORAR JUNTOS
– Melhora a comunicação entre o casal;
– À medida que oramos juntos, o Espírito Santo vai nos moldando;
– Passamos a colocar nossa esperança em Deus.
– Deus nos responderá.
5 – OS EMPECILHOS PARA ORAR JUNTOS
– Nossa falta de persistência;
– A ação do inimigo para nos desviar do propósito;
– Vergonha um do outro;
– Falta de hábito;
– Dizer que não tem tempo (desculpa principal).
6 – UMA VIDA DE ORAÇÃO REQUER DISCIPLINA E PERSISTÊNCIA
“Esperei com paciência pelo, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu
clamor.” (Salmo 40.1)
“E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa
segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5.14)
Fonte: texto baseado em “Construindo um Casamento Duradouro” de Pr. Joel
Félix da Silva e Benedito Andrade Filho, com adaptações de Edcássia Rodrigues
Cordeiro Santos.
www.universidadedabiblia.com.br
REFORMANDO O CASAMENTO #1: O QUE VEM ANTES DO NAMORO
REFORMANDO O CASAMENTO #1:
O QUE VEM ANTES DO NAMORO
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Seu filho deixará de fazer birra quando você disser isso a ele
Seu filho deixará de fazer birra quando você disser isso a ele
Aos olhos dos outros, na rua ou dentro de uma loja, uma criança
birrenta é, quase
sempre, um problema que precisa ser resolvido (rapidamente!) pelos pais.
Mas,
nem sempre sabemos lidar de um jeito prático e eficiente com as vontades e
episódios de desrespeito de nossos filhos. Algumas expressões mais genéricas,
entretanto, podem nos ajudar a construir um diálogo mais direto com os pequenos
– e, por isso, separamos 4 frases que, se colocadas em prática, poderão ser
importantes para estabelecer limites às crianças. Afinal, um
bebê birrento hoje pode se transformar a relação entre vocês em um campo de
batalha, futuramente.
Como fazer a criança parar de birra
1. "Já te respondi"
Aprenda a lidar com as vontades das
crianças
Imagine que seu
filho pede um chocolate na fila do mercado, mas você não poderá dar naquele
momento. Ele insiste, como se o doce fosse imprescindível para ele sobreviver:
Filho: Mãe, compra
esse chocolate para mim?
Mãe: Hoje não, querido.
Filho: Mas eu estou com vontade.
Mãe: Já te respondi.
Filho: Mas faz tempo que eu não como chocolate.
Mãe: Já te respondi.
Filho: Mas todos os meus amigos comem chocolate.
Mãe: Já te respondi.
Por que funciona?
A criança pode
pensar em justificativas infinitas para conseguir o que quer, mas a mãe se
mostra firme, apenas pedindo para que ele relembre o que ela disse na primeira
vez. Em algum momento, a criança perceberá que a mãe não será manipulada e vai
reavaliar o pedido e seu próprio comportamento.
2. "Não vamos discutir isso"
Demonstre para a criança que cada
ação dela tem uma consequência
Em uma situação
hipotética (mas, muito real), a menina pede para ir dormir na casa da amiga. E
a mãe ou o pai não concordam que ela vá naquele dia.
Filha: Pai, posso
ir dormir na casa da minha amiga?
Pai: Não, já está muito tarde.
Filha: Mas a minha outra amiga também vai.
Pai: Não vamos discutir isso.
Por que funciona?
O pai pode sair do
ambiente, para reforçar a negativa. Esta expressão funciona como um ponto final
na discussão – e você é quem deve decidir esse momento.
3. "Esta conversa acabou"
Criança deve entender que os pais
precisam colocar limites
Há vários desejos
das crianças que se repetem com frequência, apesar de várias negativas dos
pais. Você já se irritou com seus filhos por eles insistirem para jogar
videogame, por exemplo?
Filho: Mãe, ainda
quero muito jogar videogame.
Mãe: Mas você precisa estudar.
Filho: Mas eu preciso terminar um jogo que comecei...
Mãe: Você não pode jogar. Esta conversa acabou.
Por que funciona?
É uma variação da
expressão "Não vamos discutir isso".
Isto porque seu
filho ou sua filha deve retomar a conversa em algum momento, tentando persuadir
e manipular sua opinião. Você pode usar o "esta conversa acabou"
justamente para que eles compreendam o fim do debate. Repita as expressões até
que a criança se dê por vencida.
4. "Está decidido. Se continuar a mencionar a questão, haverá consequências"
Mãe deve conversar com o filho usando
expressões específicas
A insistência das
crianças pode ser algo infinito. Por isso, é importante estabelecer limites e
mencionar o fato de que o que ela faz pode gerar consequências para ela.
Filha: Pai, posso
ir brincar na rua?
Pai: Não, filha, hoje está muito movimentada.
Filha: Mas eu estou com vontade...
Pai: Não, é perigoso.
Filha: Mas eu vou ficar só na frente do prédio.
Pai: Está decidido. Se continuar insistindo, haverá consequências e você ficará
sem brincar na rua por dois dias.
Por que funciona?
Relacionar uma
birra a uma consequência que prive a criança de uma coisa que ela gosta e que
tenha relação direta com a malcriação pode ser uma forma de fazê-la entender
que não deve fazer birra e insistir em suas vontades.
Castigo em crianças em cada idade
É importante
aprender a dar limites às
crianças de acordo com cada idade, como explica a psicóloga
Elizabeth Monteiro, autora do livro "Criando filhos em tempos difíceis –
Atitudes e brincadeiras para uma infância feliz".
A partir dos cinco
anos, por exemplo, a criança já compreende o sentido das regras e, portanto, é
possível explicar a ela por que ela pode ou não ter determinado comportamento,
perguntar como ela se sentiria se alguém agisse daquela maneira com ela, etc.
A partir desta
fase, ela também é capaz de compreender o castigo e poderá aprender com ele.
"Porém, a
punição tem de ter uma ligação direta com o que a criança fez de errado. Se ela
pintou a parede do quarto, não adianta deixá-la uma semana sem televisão, pois
isso não vai fazer sentido para ela. O castigo, neste caso, deve ser limpar a
parede. Agora, se ela deixou de fazer o dever de casa porque ficou assistindo à
televisão, aí sim é devido cortar a TV", explica a psicóloga.
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