quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho

Os 50 erros de português mais
comuns no mundo do trabalho
Você comete algum destes erros de português? Veja a forma correta e a explicação gramatical por trás de 50 deslizes comuns no mundo do trabalho

Borracha: deficiência na educação de base do brasileiro leva à recorrência de erros de português no mundo do trabalho (Thinkstock/Ryan McVay)


São Paulo – Certas competências são obrigatórias para profissionais de qualquer área. O domínio do português é uma delas.
Ainda assim, infrações à norma culta da língua são uma constante no mundo corporativo – e em qualquer nível hierárquico.
A alta frequência de erros reflete problemas na educação de base do brasileiro, segundo Rosângela Cremaschi, professora de comunicação escrita na Faap e consultora na RC7.
“No nosso país, geralmente não é preciso estudar muito para passar de ano”, explica. “Por isso, a maioria não se aprofunda no próprio idioma e ingressa no mercado de trabalho com muitas dúvidas sobre o assunto”.
Além de deficiências na formação básica, a falta de familiaridade com a escrita também contribui para o problema.
Segundo a professora, quem lê pouco – e escreve de forma mecânica – está mais suscetível a “atropelar” alguns preceitos básicos da língua.
Veja a seguir os 50 erros de português mais comuns no mundo do trabalho de acordo com Rosângela. As informações foram retiradas da obra “Livro de anotações com 101 dicas de português” (Editora Hunter Books, 2014), de autoria da professora:

1- Anexo / Anexa
Errado: Seguem anexo os documentos solicitados.
Certo: Seguem anexos os documentos solicitados.
Por quê? Anexo é adjetivo e deve concordar em gênero e número com o substantivo a que se refere.
Obs: Muitos gramáticos condenam a locução “em anexo”; portanto, dê preferência à forma sem a preposição. 

2- “Em vez de” / “ao invés de”
Errado: Ao invés de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.
Certo:
 Em vez de elaborarmos um relatório, discutimos o assunto em reunião.
Por quê? Em vez de é usado como substituição. Ao invés de é usado como oposição. Ex: Subimos, ao invés de descer.

3- “Esquecer” / “Esquecer-se de”
Errado: Eu esqueci da reunião.
Certo:
 Há duas formas: Eu me esqueci da reunião. ou Eu esqueci a reunião.
Por quê?
 O verbo esquecer só é usado com a preposição de (de – da – do) quando vier acompanhado de um pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos).

4-“Faz” / “Fazem”
Errado: Fazem dois meses que trabalho nesta empresa.
Certo:
 Faz dois meses que trabalho nesta empresa.
Por quê?
 No sentido de tempo decorrido, o verbo “fazer” é impessoal, ou seja, só é usado no singular. Em outros sentidos, concorda com o sujeito. Ex: Eles fizeram um bom trabalho.

5- “Ao encontro de” / “De encontro a”
Errado: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio de encontro ao que desejavam.
Certo: Os diretores estão satisfeitos, porque a atitude do gestor veio ao encontro do que desejavam.
Por quê? “Ao encontro de” dá ideia de harmonia e “De encontro a” dá ideia de oposição. No exemplo acima, os diretores só podem ficar satisfeitos se a atitude vier ao encontro do que desejam.

6- A par / ao par
Errado: Ele já está ao par do ocorrido.
Certo: Ele já está a par do ocorrido.
Por quê? No sentido de estar ciente, o correto é “a par”. Use “ao par” somente para equivalência cambial. Ex: “Há muito tempo, o dólar e o real estiveram quase ao par.”

7- “Quite” / “quites”
Errado: O contribuinte está quites com a Receita Federal.
Certo:
 O contribuinte está quite com a Receita Federal.
Por quê?
 “Quite” deve concordar com o substantivo a que se refere. 

8- “Media” / “Medeia”
Errado: Ele sempre media os debates.
Certo:
 Ele sempre medeia os debates.
Por quê?
 Há quatro verbos irregulares com final –iar: mediar, ansiar, incendiar e odiar. Todos se conjugam como “odiar”: medeio, anseio, incendeio e odeio.

9- “Através” / “por meio”
Errado: Os senadores sugerem que, através de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Certo:
 Os senadores sugerem que, por meio de lei complementar, os convênios sejam firmados com os estados.
Por quê?
 Por meio significa “por intermédio”. Através de, por outro lado, expressa a ideia de atravessar. Ex: Olhava através da janela.

10- “Ao meu ver” / “A meu ver”
Errado: Ao meu ver, o evento foi um sucesso.
Certo: 
A meu ver, o evento foi um sucesso.
Por quê?
 “Ao meu ver” não existe.

11- “A princípio” / “Em princípio” 
Errado: Achamos, em princípio, que ele estava falando a verdade. 
Certo:
 Achamos, a princípio, que ele estava falando a verdade. 
Por quê?
 A princípio equivale a “no início”. Em princípio significa “em tese”. Ex: Em princípio, todo homem é igual perante a lei.

12- “Senão” / “Se não”
Errado: Nada fazia se não reclamar.
Certo: 
Nada fazia senão reclamar.
Por quê?
 Senão significa “a não ser”, “caso contrário”. Se não é usado nas orações subordinadas condicionais. Ex: Se não chover, poderemos sair.

13- “Onde” / “Aonde”
Errado: Aonde coloquei minhas chaves?
Certo: 
Onde coloquei minhas chaves?
Por quê? 
Onde se refere a um lugar em que alguém ou alguma coisa está. Indica permanência. Aonde se refere ao lugar para onde alguém ou alguma coisa vai. Indica movimento. Ex: Ainda não sabemos aonde iremos.

14- “Visar” / “Visar a”
Errado: Ele visava o cargo de gerente.
Certo:
 Ele visava ao cargo de gerente.
Por quê?
 O verbo visar, no sentido de almejar, pede a preposição a.
Obs: Quando anteceder um verbo, dispensa-se a preposição “a”. Ex: Elas visavam viajar para o exterior.

15- “A” / “há”
Errado: Atuo no setor de controladoria a 15 anos.
Certo:
 Atuo no setor de controladoria há 15 anos.
Por quê?
 Para indicar tempo passado, usa-se o verbo haver. O “a”, como expressão de tempo, é usado para indicar futuro ou distância. Exs: Falarei com o diretor daqui a cinco dias. Ele mora a duas horas do escritório.

16- “Aceita-se” / “Aceitam-se”
Errado: Aceita-se encomendas para festas.
Certo:
 Aceitam-se encomendas para festas.
Por quê?
 A presença da partícula apassivadora “se” exige que o verbo transitivo direto concorde com o sujeito.

17- “Precisa-se” / “Precisam-se”
Errado: Precisam-se de estagiários.
Certo:
 Precisa-se de estagiários.
Por quê?
 Nesse caso, a partícula “se” tem a função de tornar o sujeito indeterminado. Quando isso ocorre, o verbo permanece no singular. 

18- “Há dois anos” / “Há dois anos atrás”
Errado: Há dois anos atrás, iniciei meu mestrado.
Certo:
 Há duas formas corretas: “Há dois anos, iniciei meu mestrado” ou “Dois anos atrás, iniciei meu mestrado.”
Por quê?
 É redundante dizer “Há dois anos atrás”.

19- “Implicar” / “Implicar com” / “Implicar em”
Errado: O acidente implicou em várias vítimas.
Certo:
 O acidente implicou várias vítimas.
Por quê?
 No sentido de acarretar, o verbo implicar não admite preposição. No sentido de ter implicância, a preposição exigida é com. Quando se refere a comprometimento, deve-se usar a preposição em. Exs: Ele sempre implicava com os filhos. Ela implicou-se nos estudos e passou no concurso.

20- “Retificar” / “Ratificar”
Errado: Estávamos corretos. Os fatos retificaram nossas previsões.
Certo:
 Estávamos corretos. Os fatos ratificaram nossas previsões.
Por quê?
 Ratificar significa confirmar, comprovar. Retificar refere-se ao ato de corrigir, emendar. Ex: Vou retificar os dados da empresa.

21- “Somos” / “Somos em”
Errado: Somos em cinco auditores na empresa.
Certo:
 Somos cinco auditores na empresa.
Por quê?
 Não se deve empregar a preposição “em” nessa expressão.

22- “Entre eu e você” / “Entre mim e você”
Errado: Não há nada entre eu e você, só amizade.
Certo: 
Não há nada entre mim e você, só amizade.
Por quê? 
Eu é pronome pessoal do caso reto e só pode ser usado na função de sujeito, ou seja, antes de um verbo no infinitivo, como no caso: “Não há nada entre eu pagar e você usufruir também.”

23- “A fim” / “Afim”
Errado: Nós viemos afim de discutir o projeto. 
Certo:
 Nós viemos a fim de discutir o projeto. 
Por quê?
 A locução a fim de indica ideia de finalidade. Afim é um adjetivo e significa semelhança. Ex: Eles têm ideias afins.

24- “Despercebido” / “Desapercebido”
Errado: As mudanças passaram desapercebidas.
Certo:
 As mudanças passaram despercebidas.
Por quê?
 Despercebido significa sem atenção. Desapercebido significa desprovido, desprevenido. Ex: Ele estava totalmente desapercebido de dinheiro.

25- “Tem” / “Têm”
Errado: Eles tem feito o que podem nesta empresa.
Certo:
 Eles têm feito o que podem nesta empresa.
Por quê?
 Tem refere-se à 3ª pessoa do singular do verbo “ter” no Presente do Indicativo. Têm refere-se ao mesmo tempo verbal, porém na 3ª pessoa do plural. 

26- “Chegar em” / “Chegar a”
Errado: Os atletas chegaram em Curitiba na noite passada. 
Certo:
 Os atletas chegaram a Curitiba na noite passada. 
Por quê?
 Verbos de movimento exigem a preposição “a”.

27- “Prefiro… do que” / “Prefiro… a”
Errado: Prefiro carne branca do que carne vermelha.
Certo:
 Prefiro carne branca a carne vermelha.
Por quê?
 A regência do verbo preferir é a seguinte: “Preferir algo a alguma outra coisa.” 

28- “De mais” / “demais”
Errado: Você trabalha de mais!
Certo: 
Você trabalha demais!
Por quê?
 Demais significa excessivamente; também pode significar “os outros”. De mais opõe-se a “de menos”. Ex: Alguns possuem regalias de mais; outros de menos.

29- “Fim de semana” / “final de semana”
Errado: Bom final de semana!
Certo: 
Bom fim de semana!
Por quê?
 Fim é o contrário de início. Final é o contrário de inicial. Portanto: fim de semana; fim de jogo; parte final.

30- “Existe” / “Existem”
Errado: Existe muitos problemas nesta empresa.
Certo:
 Existem muitos problemas nesta empresa. 
Por quê?
 O verbo existir admite plural, diferentemente do verbo haver, que é impessoal.

31- “Assistir o” / “Assistir ao”
Errado: Ele assistiu o filme “A teoria do nada”.
Certo: Ele assistiu ao filme “A teoria do nada”.
Por quê? O verbo assistir, no sentido de ver, exige a preposição “a”. 

32- “Responder o” / “Responde ao”
Errado: Ele não respondeu o meu e-mail. 
Certo:
 Ele não respondeu ao meu e-mail. 
Por quê?
 A regência do verbo responder, no sentido de dar a resposta a alguém, é sempre indireta, ou seja, exige a preposição “a”. 

33- “Tão pouco” / “Tampouco”
Errado: Não compareceu ao trabalho, tão pouco justificou sua ausência. 
Certo:
 Não compareceu ao trabalho, tampouco justificou sua ausência. 
Por quê?
 Tampouco corresponde a “também não”, “nem sequer”. Tão pouco corresponde a “muito pouco”. Ex: Trabalhamos muito e ganhamos tão pouco”. 

34- “A nível de” / “Em nível de”
Errado: A pesquisa será realizada a nível de direção.
Certo:
 A pesquisa será realizada em nível de direção.
Por quê?
 A expressão “Em nível de” deve ser usada quando se refere a “âmbito”. O uso de “a nível de” significa “à mesma altura”. Ex: Estava ao nível do mar. 

35- “Chego” / “Chegado”
Errado: O candidato havia chego atrasado para a entrevista.
Certo: 
O candidato havia chegado atrasado para a entrevista.
Por quê?
 Embora alguns verbos tenham dupla forma de particípio (Exs: imprimido/impresso, frito/fritado, acendido/aceso), o único particípio do verbo chegar é chegado. Chego é 1ª pessoa do Presente do Indicativo. Ex: Eu sempre chego cedo.

36- “Meio” / “Meia”
Errado: Ela estava meia nervosa na reunião.
Certo:
 Ela estava meio nervosa na reunião.
Por quê?
 No sentido de “um pouco”, a palavra “meio” é invariável. Como numeral, concorda com o substantivo. Ex: Ele comeu meia maçã.

37- “Viagem” / “Viajem”
Errado: Espero que eles viagem amanhã. 
Certo:
 Espero que eles viajem amanhã. 
Por quê?
 Viajem é a flexão do verbo “viajar” no Presente do Subjuntivo e no Imperativo. Viagem é substantivo. Ex: Fiz uma linda viagem. 

38- “Mal” / “Mau”
Errado: O jogador estava mau posicionado.
Certo: 
O jogador estava mal posicionado.
Por quê?
 Mal opõe-se a bem. Mau opõe-se a bom. Assim: mal-humorado, mal-intencionado, mal-estar, homem mau.

39- “Na medida em que” / “À medida que”
Errado: É melhor comprar à vista à medida em os juros estão altos.
Certo:
 É melhor comprar à vista na medida em que os juros estão altos.
Por quê?
 Na medida em que equivale a “porque”. À medida que estabelece relação de proporção. Ex: O nível dos jogos melhora à medida que o time fica entrosado.

40- “Para mim” / “Para eu” fazer
Errado: Era para mim fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Certo:
 Era para eu fazer a apresentação, mas tive de me ausentar.
Por quê?
 “Para eu” deve ser usado quando se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo. 

41- “Mas” / “Mais” 
Errado: Gostaria de ter viajado, mais tive um imprevisto.
Certo:
 Gostaria de ter viajado, mas tive um imprevisto.
Por quê?
 Mas é conjunção adversativa e significa “porém”. Mais é advérbio de intensidade. Ex: Adicione mais açúcar se quiser.

42- “Perca” / “perda”
Errado: Há muita perca de tempo com banalidades.
Certo: 
Há muita perda de tempo com banalidades.
Por quê? 
Perca é verbo e perda é substantivo. Exs: Não perca as esperanças! Essa perda foi irreparável.

43- “Deu” / “Deram” tantas horas
Errado: Deu dez da noite e ele ainda não chegou.
Certo: 
Deram dez da noite e ele ainda não chegou.
Por quê?
 Os verbos dar, bater e soar concordam com as horas. Porém, se houver sujeito, deve-se fazer a concordância: “O sino bateu dez horas.”

44- “Traz” / “Trás”
Errado: Ele olhou para traz e viu o vulto.
Certo:
 Ele olhou para trás e viu o vulto.
Por quê?
 Trás significa parte posterior. Traz é a conjugação do verbo “trazer” na 3ª pessoa do singular do Presente do Indicativo. Ex: Ela sempre traz os relatórios para a gerência.

45- “Namorar alguém” / “Namorar com alguém”
Errado: Maria namora com Paulo.
Certo:
 Maria namora Paulo.
Por quê?
 A regência do verbo namorar não admite preposição. 

46- “Obrigado” / “Obrigada”
Errado: Muito obrigado! – disse a funcionária.
Certo:
 Muito obrigada! – disse a funcionária.
Por quê?
 Homens devem dizer “obrigado”. Mulheres dizem “obrigada”. A flexão também ocorre no plural: “Muito obrigadas! – disseram as garotas ao professor.”

47- “Menos” ou “Menas”
Errado: Os atendentes fizeram menas tarefas hoje.
Certo: 
Os atendentes fizeram menos tarefas hoje.
Por quê?
 “Menas” não existe. Mesmo referindo-se a palavras femininas, use sempre menos. Ex: Havia menos pessoas naquele departamento.

48- “Descriminar” / “Discriminar”
Errado: Os produtos estão descriminados na nota fiscal.
Certo:
 Os produtos estão discriminados na nota fiscal.
Por quê?
 Discriminar significa separar, diferenciar. Descriminar significa absolver, inocentar. Ex: O juiz descriminou o jovem acusado.

49- “Acerca de” / “a cerca de”
Errado: Estavam discutindo a cerca de política. 
Certo:
 Estavam discutindo acerca de política.
Por quê?
 Acerca de significa “a respeito de”. A cerca de indica aproximação. Ex: Eu trabalho a cerca de 5 km daqui.

50- “Meio-dia e meio” / “Meio-dia e meia”
Errado: Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meio.
Certo:
 Nesta empresa, o horário de almoço inicia ao meio-dia e meia.
Por quê?
 O correto é meio-dia e meia, pois o numeral fracionário concorda em gênero com a palavra hora.


http://exame.abril.com.br/carreira/os-50-erros-de-portugues-mais-comuns-no-mundo-do-trabalho/

domingo, 12 de fevereiro de 2017

UM HOMEM SEM PALAVRA NÃO É NADA


Os Atributos de Deus

Os Atributos de Deus


DEFINIÇÃO DE DEUS

Deus não pode ser definido por uma palavra ou por uma frase. Portanto, é necessário que tentemos, mesmo que de forma limitada, descrever as “qualidades de Deus”, ou seus “atributos”.
Essa descrição é limitada, pois Deus é incompreensível a nós. Por isso, o descrevemos com base apenas no que ele nos revelou a seu respeito. Tais descrições apontam igualmente para o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

CATEGORIAS DOS ATRIBUTOS DIVINOS
A) Atributos naturais e morais
De modo apenas didático, os atributos naturais de Deus envolvem sua essência (ex.: eternidade, imutabilidade) e os atributos morais, sua vontade (ex.: santidade, justiça).
B) Atributos incomunicáveis e comunicáveis
Os atributos incomunicáveis são aqueles exclusivos de Deus, como a eternidade e a onipotência. Apenas ele tem essas qualidades e elas não foram transmitidas (comunicadas) a nenhum ser criado. Deus não compartilhou tais atributos com o homem. Os atributos comunicáveis, por sua vez, foram impressos na humanidade na criação: são a inteligência, a vontade e a moralidade, entre outros.

LISTA DOS ATRIBUTOS DE DEUS
A) AMOR
amor envolve afeição, mas também envolve atitude de entrega, cuidado e correção. O amor busca o bem do ser amado e paga o preço pela promoção desse bem.
Bíblia declara que “Deus é amor” (1Jo 4.8). Em relação ao homem, esse amor se revela no fato de Deus se permitir amar os pecadores. Isso é graça (Ef 2.4-8). O amor foi derramado no coração do cristão (Rm 5.5) e quando Deus corrige, demonstra amor pelos seus filhos (Hb 12.6,7).
Algumas características ligadas intimamente ao amor, até mesmo fazendo parte dele, são: bondade, misericórdia, longanimidade e graça.
·         A bondade divina pode ser definida como a preocupação benevolente com suas criaturas (At 14.17).
·         A misericórdia é o aspecto da bondade que faz Deus demonstrar piedade e compaixão (Ef 2.4,5).
·         A longanimidade fala sobre o controle diante das provocações (1Pe 3.20).
·         Graça é o favor imerecido de Deus demonstrado primariamente pela pessoa e obra de Jesus Cristo (2Tm 1.9).
O fato de Deus ser amor não é base para o “universalismo”, ou seja, que, no final, ele acabará salvando todas as pessoas. O amor não anula outros atributos de Deus como santidade e justiça. Tal heresia é totalmente contraditória ao ensino bíblico (Mc 9.45-48).
B) ETERNIDADE
atributo da eternidade significa que Deus não tem começo nem fim. Sua existência é eterna, tanto no passado como no futuro, sem interrupções ou limitações causadas por uma sucessão de eventos.
A autoexistência de Deus está intimamente ligada com sua eternidade, pois, por não ter começo, ele não foi criado por outro, existindo por si só.
Bíblia fala da eternidade de Deus (Sl 90.2Gn 21.33).
Uma das implicações da eternidade de Deus é que ela nos dá muito conforto, visto que ele nunca deixará de existir e que seu controle sustentador e providencial de todas as coisas e eventos está assegurado.
C) IMUTABILIDADE
Significa que Deus não muda. Não quer dizer que ele esteja imóvel ou inativo, mas que não se altera, cresce ou se desenvolve.
Bíblia ensina sobre a imutabilidade de Deus (Ml 3.6Tg 1.17).
Um problema levantado dentro desse assunto é: “Deus se arrepende?” (Gn 6.6). Na verdade, tal linguagem não corresponde ao que, como homens, vivenciamos no arrependimento. Tanto a imutabilidade como a sabedoria e onisciência de Deus tornam vazias as ideias de que ele muda seus planos eternos ou que se arrepende de algo que fez. Nesse caso, o arrependimento é mais uma linguagem antropomórfica (ver Gn 6.6 no que fala do “coração” de Deus).
Há também o problema de vermos Deus tratando fatos iguais de maneiras diferentes durante a história. Isso também não quer dizer que Deus mude, mas que ele executa seu plano para com o homem durante a história conforme seus eternos propósitos.
A imutabilidade de Deus também nos conforta e encoraja, pois sabemos que suas promessas não falharão (Ml 3.162Tm 2.13). Deus também mantém sempre a mesma atitude contra o pecado.
D) INFINITUDE
Significa que Deus não tem limites ou limitações. Não é limitado nem pelo tempo, nem pelo espaço.
As Escrituras descrevem essa qualidade divina (1Rs 8.27At 17.24-28).
Infinitude não é o mesmo que onipresença. A infinitude aponta mais para a transcendência de Deus (já que não está limitado pelo espaço) e a onisciência aponta para a imanência de Deus (já que está presente em todos os lugares).
E) JUSTIÇA
justiça está ligada à lei, à moralidade e à retidão. Deus é reto em relação a si mesmo e em relação à criação.
Bíblia muito enaltece a justiça de Deus (Sl 11.719.9Dn 9.7At 17.31).
F) LIBERDADE
Deus independe das suas criaturas e da sua criação. Não há qualquer criatura que impeça Deus ou que o obrigue a algo.
Isaías expõe a liberdade e a independência de Deus com uma pergunta retórica (Is 40.13,14). Jesus mostrou que Deus exerce sua liberdade ao executar livremente sua vontade (Mt 11.26).
Isso significa que Deus é livre para tudo? Na verdade, ele é limitado apenas pela sua própria natureza. Assim, a santidade dele o impede de pecar e a eternidade dele o impede de morrer. A perfeição de Deus não é afetada por esse tipo de limitação e sim mantida.
A liberdade de Deus nos mostra que ele não tem quaisquer obrigações para conosco a menos que ele mesmo queira se comprometer. Desse modo, não temos qualquer direito de fazer cobranças a Deus.
G) ONIPOTÊNCIA
Deus pode fazer qualquer coisa compatível com sua própria natureza. Mesmo podendo tudo, o que ele escolhe fazer ou não tem motivos que só ele conhece.
Bíblia está repleta de textos que falam sobre a onipotência de Deus (Gn 17.1Ex 6.32Co 6.18Ap 1.8).
A onipotência de Deus tem limites? Sim, em tem áreas:
·         Limitações naturais (Tt 1.2Tg 1.132Tm 2.13).
·         Limitações autoimpostas (Gn 9.11At 12.2).
·         Limitações por definição (ex.: 2+2=6 ou um triângulo de 4 pontas).
Essas limitações não tornam Deus imperfeito. Sua perfeição tem a coerência como fator integrante. A perfeição de Deus não permite que ele se torne imperfeito no uso da sua onipotência. O mais importante é que Deus não pode fazer coisas erradas.
Em relação ao cristão, o poder de Deus é principalmente relevante quanto ao Evangelho (Rm 1.16), à segurança (1Pe 1.5) e à ressurreição (1Co 6.14).
H) ONIPRESENÇA
Significa que Deus está presente em todos os lugares.
O texto clássico sobre a onipresença de Deus é (Sl 139.7-10).
Onipresença não é o mesmo que “panteísmo”, que iguala o universo a Deus. Há distinção entre Deus e a criação, apesar de a sua presença estar em toda parte. Ele não se torna difuso ou transposto pelo universo.
Aprendemos com a onipresença que ninguém pode fugir de Deus e que ele está presente em todas as circunstâncias da nossa vida.
I) ONISCIÊNCIA
Deus sabe todas as coisas de modo pleno sem esforço algum. Não há coisas ou assuntos que ele não conheça melhor que outros. Ele conhece tudo igualmente bem. Deus nunca tem dúvidas, nem busca respostas (a não ser quando, de modo didático, inquire os homens para o próprio bem deles).
As Escrituras enaltecem o conhecimento ilimitado de Deus (Sl 139.16; 147.4).
O fato de sabermos sobre a onisciência de Deus deve nos trazer segurança, conforto e sobriedade (Hb 4.13).
J) SANTIDADE
Significa que Deus é separado de tudo que é indigno ou impuro e que, ao mesmo tempo, é completamente puro e distinto de todos os outros.
A santidade foi muito enfatizada por Deus no tempo do AT (Lv 11.44Is 40.25Hc 1.12). No NT, a santidade é uma qualidade marcante de Deus (Jo 17.111Pe 1.15,16Ap 4.8).
A santidade de Deus torna necessário o afastamento entre ele e os pecadores — a menos que estes sejam feitos santos por intermédio dos méritos de Cristo.
A santidade divina deve fazer o cristão ser sensível ao seu pecado (Is 6.3,5Lc 5.8). A santidade dele o torna padrão para nossa vida e conduta (1Jo 1.7).
L) SIMPLICIDADE
Significa que Deus não é um ser composto nem tem partes distintas. Está relacionada à essência de Deus e não é contrária à doutrina da Trindade. Apesar de ser triúno, Deus não é composto de muitas partes ou substâncias.
Um aspecto da simplicidade de Deus é “Deus é espírito” (Jo 4.24). Em contraste, os seres humanos são tanto espírito como matéria. Na encarnação, Jesus se tornou carne, mas o Deus-homem sempre foi espírito.
Isso nos garante que Deus sempre será Espírito e nos capacita a adorá-lo em espírito, isto é, não de maneiras materiais.
M) SOBERANIA
Significa, em primeiro lugar, que Deus é o ser supremo do universo e, em segundo lugar, que ele é o poder supremo do universo.
Deus exerce o poder total sobre todas as coisas, mesmo que possa escolher deixar que tudo aconteça seguindo leis naturais que ele mesmo estabeleceu.
Bíblia revela que Deus tem um plano abrangente (Ef 1.11), que tudo está sob o controle dele (Sl 135.6), mesmo o mal, ainda que o Senhor não se envolva com ele (Pv 16.4) e que seu principal objetivo é o louvor da sua glória (Ef 1.14). Alguns problemas levantados são:
·         A soberania de Deus anula a responsabilidade do homem?
·         Por que a soberania de Deus permite a existência do mal?
Aos nossos olhos, essas questões são contradições, mas essa visão é apenas aparente. De modo misterioso a nós, a soberania de Deus não anula a responsabilidade do homem e vice-versa (Fl 2.12,13). Quanto ao pecado, um dia Deus irá puni-lo. Mas, por agora, de algum modo, faz parte do plano de Deus (caso contrário, não seria soberano), sendo que o Senhor não o criou (caso contrário, não seria santo) (Rm 9.21-23).
N) UNIDADE
Significa que só existe um Deus e que ele é indivisível.
Essa qualidade foi especialmente enfatizada no AT (Dt 6.4). O NT, mesmo trazendo uma clara revelação da Trindade, afirma a unidade de Deus (Ef 4.61Co 8.61Tm 2.5).
Isso quer dizer que as pessoas da Trindade não são essências separadas.
H) VERDADE
Quer dizer que Deus é coerente consigo mesmo, que ele é tudo que deveria ser, que ele se revelou como realmente é e que sua revelação é totalmente confiável.
Deus é o único Deus verdadeiro (Jo 17.3), portanto, não pode mentir (Tt 1.2) e é sempre confiável. Deus não pode fazer nada que contradiga sua própria natureza e não é possível que quebre sua palavra ou que não cumpra suas promessas (2Tm 2.13).

http://igrejaredencao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=744:estudo-3-os-atributos-de-deus&catid=37:teologia-basica&Itemid=147

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Aceitar as pessoas como elas são não nos obriga a conviver com elas

Aceitar as pessoas como elas são 
não nos obriga a conviver com elas


É preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.
A tolerância é uma necessidade urgente neste mundo violento de hoje, em que uma simples discussão no trânsito pode chegar a provocar mortes. A intolerância é a mãe do preconceito, da exclusão, do racismo, de tudo, enfim, que segrega, separa e agride o que não se aceita, o que não se acha normal, o que incomoda sem nem haver razão. Sim, é preciso tolerar e aceitar as pessoas como elas são, porém, conservando-nos o direito de nos afastar cordialmente de quem não nos agrada.

Podemos entender que o outro tem a própria maneira de pensar, que sua história de vida é peculiar e suas bagagens podem ser totalmente diferentes das nossas. Podemos compreender que as verdades alheias, por mais que nos soem ilógicas e absurdas, são do outro tão somente e não necessariamente nossas. Desde que não nos firam, as escolhas do outro não nos dizem respeito. Desde que o outro esteja feliz, sem pisar ninguém, não temos como tentar intervir em estilos de vida que não são nossos.

Devemos saber discordar sem ofender, sem tentar impor o que pensamos como verdade absoluta – isso é arrogância burra. Necessitamos ouvir o que o outro tem a dizer, por mais que não enxerguemos ali razão alguma, mesmo que o que disserem ou fizerem seja exatamente o contrário de tudo o que temos como certo. Desde que não nos ofendam, nem ultrapassem os limites de nossa dignidade pessoal, os outros terão o direito de viver o que bem quiserem.

Por força maior, como o emprego ou a família, inevitavelmente estaremos sujeitos à obrigação de conviver ao lado de pessoas com quem não simpatizamos ou cujas idéias não se afinem minimamente com as nossas. No entanto, sempre poderemos escolher quem ficará ao nosso lado nos momentos mais preciosos de nossa jornada, enquanto construímos nossa história de vida, de luta e de amor.

Da mesma forma, conseguiremos nos desviar de quem nos desagrada, afastando-nos das pessoas que nada nos acrescentam, sem precisar criticá-las ou brigar com elas. Sim, podemos – e devemos – aceitar as pessoas como elas são, pois isso é o mínimo que se requer, em se tratando de sociedade, porém, não seremos obrigados a conviver além do necessário, além do suportável, além do adequado, com gente que enche a paciência e nos irrita. Isso seria masoquismo.

http://www.contioutra.com/aceitar-as-pessoas-como-elas-sao-nao-nos-obriga-conviver-com-elas/

Seja seletivo


Mau líder


Richard Gere


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sexo


Sexo Seguro


Prioridades da Vida


Qual o significado do Casamento?




A mais bela explicação do casamento segundo Deus

Portanto deixará ( Transição ) o homem  (  Maturidade ) a seu pai e a sua mãe ( Modelo de uma Família completa )
e se unirá ( Nova família ) à sua mulher, ( Complemento ) e serão  ( É um processo de aprendizagem , amizade e confiança ) uma só carne ( Intimidade profunda entre duas pessoas )

Gênesis 2:24 

ORANDO JUNTOS

ORANDO JUNTOS

A Bíblia fala muitas vezes sobre a necessidade da oração. Foi o próprio Senhor Jesus quem ensinou sobre o dever de orar sempre. “E contou-lhes também um parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer.” (Lucas 18.1)

1 – POR QUE DEVEMOS ORAR JUNTOS?
“Também vos digo que se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feiro por meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 18.19)
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou eu no meio deles.” (Mateus 18.20)


1.1 – PROPORCIONA SEGURANÇA NO CASAMENTO
Para todos nós, segurança é um pré-requisito essencial, não uma emoção facultativa. Mas como podemos proporcionar segurança para nosso casamento? Devemos dizer que há, pelo menos, uma coisa que todo casal precisa fazer diariamente para manter seu relacionamento seguro: orar juntos. Essa é a dimensão transcendente do casamento. Existem muitos meios importantes para produzir segurança no casamento, mas esse tem um benefício amplo. Não apenas constrói efeitos positivos no relacionamento, mas também ajuda a afastar grandes dores da vida e nos ensina a lidar com as imperfeições presentes na natureza humana.

1.2 – AUMENTA A INTIMIDADE DO CASAL
O casamento é pluri-dimensional, mas, sem dúvida, a dimensão espiritual é a mais importante. Creio que só existe segurança para o relacionamento conjugal quando o casal ora. Quando os cônjuges oram, abre-se um mundo de transformações diante deles, as reações mudam, o temperamento muda, os sentimentos mudam. Só há uma coisa que eu nunca vi a oração mudar: a beleza física. Mesmo assim, a oração muda os olhos de quem a vê. Porque quem ora, enxerga mais.
O segredo da verdadeira segurança conjugal é tornar Deus o centro do casamento por meio da oração. Podemos mudar a história da nossa vida conjugal conversando com Deus, pois a oração é uma força capaz de restaurar a afetividade em nossos corações, fazendo com que estendamos os braços para abraçar, abramos os lábios para dizer “eu te amo” e melhoremos a expressão do nosso rosto para transmitir amor e perdão.

1.3 – NÃO DEIXA O CÔNJUGE SOFRER SOZINHO
O dia-a-dia, o estresse, as preocupações e as ansiedades trazem ao cotidiano conjugal uma aridez, um desencantamento e, às vezes, certo desânimo. Sem oração é difícil suportar qualquer relacionamento.  A oração torna a vida a dois uma união estável, gera maior espiritualidade propiciando no lar um ambiente caracterizado pela ternura e compreensão, ajuda o casal a expressar da melhor maneira possível o que sente. A presença da oração faz da vida conjugal algo mais dinâmico, suave e prazeroso. A oração é como um tempero no casamento. É como um molho que dá mais sabor ao prato conjugal. Quando a dimensão transcendente do casamento não é satisfeita, duas sensações nos incomodam: 1) sensação de vazio: passamos a viver com uma impressão persistente de que nos falta algo importante, 2) sensação de desânimo: essa sensação gera reações de cobrança, frustração e dúvida.

2 – COMO ORAR JUNTOS
2.1 – Deixe seu cônjuge bastante à vontade. A timidez e a vergonha de orar em voz alta pode ser um empecilho, mas aproveitem para quebrar essa barreira no relacionamento íntimo.
2.2 – Não faça julgamento da oração do seu cônjuge. Nunca orem como se estivessem “passando um sermão” no cônjuge ou enumerando para Deus todos os defeitos do outro.
2.3 – Escolham o melhor horário para orarem juntos. Não ponham fim aos seus minutos de oração diários, individualmente. Neles sim é possível orar para Deus mudar o outro… ou mudar a nós mesmos!

3 – MOTIVOS PRINCIPAIS PARA A ORAÇÃO DO CASAL
3.1 – Gratidão a Deus por aquilo que Ele tem feito.
“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças.” (Filipenses 4.6)
3.2 – Louvar a Deus pelo que Ele é.
“Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios com hinos; louvai-o, e bendizei o seu nome.” (Salmo 100.4)
3.3 – Apresentar as necessidades e desejos, nossos e dos nossos filhos e outros…

4 – PRIVILÉGIO DE ORAR JUNTOS
– Melhora a comunicação entre o casal;
– À medida que oramos juntos, o Espírito Santo vai nos moldando;
– Passamos a colocar nossa esperança em Deus.
– Deus nos responderá.

5 – OS EMPECILHOS PARA ORAR JUNTOS
– Nossa falta de persistência;
– A ação do inimigo para nos desviar do propósito;
– Vergonha um do outro;
– Falta de hábito;
– Dizer que não tem tempo (desculpa principal).

6 – UMA VIDA DE ORAÇÃO REQUER DISCIPLINA E PERSISTÊNCIA
“Esperei com paciência pelo, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.” (Salmo 40.1)
“E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve.” (1 João 5.14)

Fonte: texto baseado em “Construindo um Casamento Duradouro” de Pr. Joel Félix da Silva e Benedito Andrade Filho, com adaptações de Edcássia Rodrigues Cordeiro Santos.

www.universidadedabiblia.com.br

REFORMANDO O CASAMENTO #1: O QUE VEM ANTES DO NAMORO


REFORMANDO O CASAMENTO #1:
O QUE VEM ANTES DO NAMORO